Professor Adilson Aguiar presta consultoria técnica em fazendas de Adriano Carvalho no Pará, Tocantins e Goiás

Consultoria acompanha projetos de recria e engorda de bovinos, agricultura e integração lavoura-pecuária com foco em recuperação de pastagens e aumento da produtividade Entre os dias 01 e 06 de março de 2026, o professor Adilson Paula de Almeida Aguiar esteve em fazendas localizadas nos estados do Tocantins, Pará e Goiás, prestando serviços de consultoria técnica ao empresário Adriano Carvalho. Técnico agrícola de formação, Adriano atua como agricultor e pecuarista e também é proprietário e diretor comercial da Centrovet, distribuidora de produtos veterinários com sede em Goiânia (GO). O professor Adilson presta consultoria para esse cliente desde 2017. Nos dias 02 e 03 de março, os trabalhos foram realizados na Fazenda Itaporanga, localizada no município de Xinguara, no sul do Pará. Nessa propriedade, a atividade econômica desenvolvida é a recria e engorda de bovinos machos. No dia 04 de março, a agenda de trabalho ocorreu na Agropecuária Paraíso (ARPA), situada no município de Duerê, no Estado do Tocantins. Nessa propriedade são conduzidas atividades de agricultura, com cultivos de arroz, feijão e soja, além da pecuária de cria e da integração lavoura-pecuária (ILP). Já nos dias 05 e 06 de março, o trabalho foi desenvolvido no Estado de Goiás, nos municípios de Aurilândia (Fazenda Espora de Prata), Pontalina (Fazenda Boa Vista) e Morrinhos (Fazenda Serra), nas regiões Sul e Sudoeste do estado. Nessas três fazendas a atividade econômica principal é a recria e engorda de bovinos machos, sendo que nas Fazendas Espora de Prata e Boa Vista também é adotado o sistema de integração lavoura-pecuária (ILP). “O principal foco da consultoria nesses projetos é recuperar e renovar pastagens degradadas, além de modular as áreas de pastagem para adoção de sistemas de pastejo com lotação alternada e rotativa. O trabalho também envolve manejo e controle de plantas daninhas e insetos-praga, bem como a intensificação das variáveis produtivas, como taxa de lotação, desempenho individual dos animais e produtividade por hectare”, explica Aguiar. Esses avanços são conduzidos por meio da adoção de tecnologias de correção e adubação do solo das pastagens, suplementação animal e expansão do sistema de integração lavoura-pecuária. Segundo o professor Adilson Aguiar, um dos principais diferenciais desses projetos é o rigor no acompanhamento dos indicadores técnicos e econômicos, realizado pelo próprio proprietário e seus filhos, o que permite maior precisão na gestão e nas tomadas de decisão dentro do sistema produtivo.

Projeto leiteiro em Mogi Mirim supera 80 mil litros/dia e avança com manejo intensivo de pastagens orientado pelo professor Adilson Aguiar

Consultoria iniciada em 2017 reúne seleção genética, produção intensiva de leite e manejo de pastagens irrigadas e de sequeiro em sistemas bovinos e equinos Nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2026, o professor Adilson Paula de Almeida Aguiar esteve na Fazenda Central, localizada no município de Mogi Mirim (SP), dando continuidade ao programa de consultoria técnica e econômica na área de produção animal em pasto. O trabalho do professor nesse projeto teve início em julho de 2017. Na Fazenda Central são desenvolvidas atividades de seleção genética das raças Gir Leiteiro e Girolando, no setor de bovinos, além da seleção de cavalos da raça Crioulo no setor da cabanha, com programas de transferência de embriões e fertilização in vitro (FIV). Na propriedade também estão instaladas as sedes da CPEX e da Invictro Equinos. Já na Fazenda Santo Antônio, pertencente ao mesmo grupo, são conduzidas as atividades de produção de leite com vacas Girolando e Holandês, além da produção agrícola de grãos, como soja e milho. A evolução do projeto leiteiro tem sido expressiva. A Fazenda Santo Antônio fechou janeiro de 2019 com produção média diária de 9.380 litros de leite. Em dezembro de 2019, a produção média passou para 17.532 litros/dia, com 757 vacas em lactação e produtividade média de 23,1 litros por vaca/dia. “Em janeiro de 2025, a produção média diária já havia alcançado 65.674 litros, com 2.008 vacas em lactação e produtividade média de 32,7 litros por vaca/dia. Assim, entre dezembro de 2019 e janeiro de 2025, o volume diário de leite aumentou 3,7 vezes (275%), enquanto a produtividade por vaca cresceu 42% no mesmo período”, destaca o professor. Nos meses mais recentes, a produção diária tem ultrapassado 80.000 litros, com médias superiores a 38 litros por vaca/dia. A meta de expansão do projeto é chegar a 2.404 vacas em lactação, manejadas em sistemas altamente intensivos do tipo compost barn, para atingir produção diária de aproximadamente 84.000 litros de leite. Durante a visita de trabalho realizada em fevereiro de 2026, os sistemas irrigados 1, 2, 3 e 4 da Fazenda Central estavam sendo pastejados por vacas doadoras da raça Gir e receptoras cruzadas, suplementadas apenas com suplemento mineral. Nessas áreas, formadas por capim Tifton 85 irrigado por aspersão em malha, a taxa média de lotação foi de 7,5 cabeças/ha e 6,7 UA/ha. Anualmente, essas pastagens passam por correção e adubação do solo. Nas áreas de pastagens de sequeiro, cultivadas com Brachiaria sp (Braquiarão e Decumbens), Panicum sp (Mombaça) e Cynodon sp (Tifton 85 e Vaquero), as taxas de lotação observadas nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2026 foram de 3,02 cabeças/ha e 2,40 UA/ha, com os animais também recebendo suplementação mineral. “Assim como nas áreas irrigadas, essas pastagens também passam por correção e adubação anual dos solos. Entre outubro e fevereiro, parte dessas áreas é reservada para a colheita de forragem destinada à produção de pré-secado” afirma Aguiar. No projeto de seleção de equinos da raça Crioulo, conduzido na Cabanha Canto Porto, as pastagens são formadas por capim Tifton 85 em sistema de sequeiro, intensificadas por meio de correção e adubação do solo. Durante a visita de trabalho, a taxa média de lotação era de 2,5 equinos/ha e 2,2 UA/ha. Entre outubro e fevereiro, parte da área também é destinada à produção de feno. Dentro do programa de consultoria, o professor Adilson Aguiar orienta o manejo das pastagens, incluindo escolha de espécies forrageiras, estabelecimento das áreas, manejo do pastoreio, correção e adubação do solo, controle de plantas daninhas e insetos-praga e produção de volumosos suplementares. Também são realizadas orientações relacionadas à implantação de infraestrutura de piquetes, bebedouros e demais estruturas necessárias ao manejo intensivo dos animais.

Professor Adilson Aguiar realiza nova visita técnica à Fazenda Palma (GO) dentro do programa de consultoria da Consupec

Acompanhamento técnico inclui manejo de pastagens, planejamento alimentar do rebanho e intensificação sustentável da produção de leite em sistemas irrigados e de sequeiro Nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2026, o professor Adilson Paula de Almeida Aguiar realizou mais uma visita técnica à Fazenda Palma, localizada no município de Luziânia (GO). A atividade faz parte do programa de consultoria conduzido pela Consupec – Consultoria e Planejamento Pecuário, empresa fundada pelo professor, que acompanha o desenvolvimento do projeto produtivo da propriedade. A relação profissional entre o professor Adilson e a empresa é antiga. Ele já havia prestado consultoria à fazenda até 2012 e retornou posteriormente, em 25 e 26 de outubro de 2022, para realizar a primeira etapa do programa de consultoria, que consistiu no inventário das pastagens. Na sequência, foi elaborado um diagnóstico técnico da situação e do potencial produtivo das áreas, envolvendo tanto sistemas irrigados quanto de sequeiro, além de campos destinados à produção de forragens suplementares. A partir de 23 e 24 de fevereiro de 2023, teve início a terceira etapa do programa, que consiste no acompanhamento contínuo do projeto, com quatro visitas técnicas por ano, uma em cada estação, permitindo ajustes estratégicos ao longo do desenvolvimento das atividades. Na Fazenda Palma são desenvolvidas atividades integradas de agricultura e pecuária. Na área agrícola são cultivadas soja, milho grão e milho para silagem em sistema irrigado por pivôs centrais, além de soja e forrageiras para silagem, pastejo e formação de palhada em áreas de sequeiro. A propriedade também atua nas pecuárias de corte e leite, sendo que a atividade leiteira possui longa tradição, iniciada em 1964. No rebanho leiteiro são trabalhadas principalmente as raças Gir Leiteiro, Girolando e Holandês. “Em 2024, a fazenda registrou produção média diária de 29 mil litros de leite. Parte desse volume é industrializado no laticínio próprio instalado dentro da propriedade, onde são produzidos coalhada, creme de leite, manteiga com e sem sal, doce de leite e diferentes tipos de queijo, como cottage, prato, frescal, minas padrão e ricota fresca. Outra parte da produção é comercializada como leite fluido para indústrias de laticínios”, explica Aguiar. A qualidade dos produtos também tem sido reconhecida. Em 2023, o queijo tipo cottage produzido na fazenda recebeu medalha de prata na Expo Queijo Brasil, realizada em Araxá (MG). Produção de leite a pasto com irrigação A produção leiteira da Fazenda Palma combina diferentes sistemas produtivos. “Aproximadamente 35% do volume diário de leite é originado de um sistema em pastagens irrigadas por pivô central, implantado em 46 hectares de capim Tifton 85. Em 2024, esse sistema apresentou produção média de 10.061 litros de leite por dia, com produtividade média de 21,8 litros por vaca/dia. Durante a visita realizada em fevereiro de 2026, os indicadores já demonstravam evolução. Na ocasião, a produção média atingia 12.365 litros por dia, com produtividade média de 26,8 litros por vaca/dia”, destaca o professor. No ano de 2024, o sistema operou com 461 vacas em lactação nos 46 hectares irrigados, resultando em taxa média de lotação de 10 vacas por hectare. Em unidades animais, a taxa foi de 13 UA/ha sem considerar o efeito substitutivo da suplementação e 10,3 UA/ha considerando esse efeito. As vacas receberam suplementação concentrada nas estações de primavera e verão, enquanto concentrados e silagens foram utilizados no outono e inverno. A produtividade do sistema atingiu 79.830 litros de leite por hectare/ano, considerando apenas a área de pastagem, ou 47.080 litros por hectare/ano, quando considerada também a área destinada à produção de silagem. Durante a última visita do professor Adilson, em fevereiro de 2026, o sistema mantinha 461 vacas em lactação na área irrigada, com taxa de lotação de 10 vacas por hectare, 13,6 UA/ha sem efeito substitutivo da suplementação e 9,0 UA/ha considerando esse efeito. Sistema intensivo em confinamento Os 65% restantes da produção diária de leite, cerca de 18.792 litros em 2024, foram obtidos em um sistema de confinamento do tipo free-stall, formado principalmente por vacas da raça Holandesa. Nesse sistema, o rebanho conta com 580 vacas em lactação, com produtividade média de 32,4 litros de leite por vaca/dia. Em outubro de 2025, o sistema registrava produção média diária de 16.127 litros, com produtividade de 31,4 litros por vaca/dia. Há ainda uma contribuição complementar de vacas da raça Gir Leiteiro. Consultoria técnica e planejamento produtivo Dentro do programa de consultoria conduzido pela Consupec, o professor Adilson Aguiar atua em diversas frentes técnicas relacionadas à produção forrageira e ao planejamento alimentar do rebanho. Entre as atividades orientadas estão: escolha de espécies forrageiras A gestão dos indicadores técnicos e econômicos da fazenda é conduzida em conjunto com consultores da equipe da Rehagro, permitindo o acompanhamento sistemático da eficiência produtiva e dos resultados econômicos do sistema. A combinação entre intensificação das pastagens, produção de volumosos, manejo nutricional e gestão técnica especializada tem permitido à Fazenda Palma consolidar um modelo produtivo altamente eficiente, integrando agricultura e pecuária com foco em produtividade, sustentabilidade e qualidade dos produtos.

Professor Adilson Aguiar integra renomado grupo de professores do curso “TIP Brasil 2026: da estratégia ao lucro por hectare”

Adilson ministra aula sobre correção do solo, adubação e suplementação na eficiência produtiva da TIP A Academia da Pecuária e a Coan Consultoria, com apoio da APTA Regional (Colina, SP), lançam o curso “TIP Brasil 2026 – da estratégia ao lucro por hectare”, uma imersão presencial que acontece de 22 a 24 de abril, em Goiânia (GO). O curso vai aprofundar os fundamentos do sistema TIP (Terminação Intensiva a Pasto), suas vantagens e limites, com foco em decisões técnicas e econômicas que impactam diretamente o lucro por hectare. Clique aqui e saiba mais sobre o curso. A programação reúne especialistas de referência para abordar, de forma aplicada, temas como manejo de pastagens, nutrição e suplementação estratégica, rotação de lotes e lotação por hectare, além de análise de viabilidade econômica e financeira de projetos de TIP. Aula do professor Adilson Aguiar: solo, adubação e suplementaçãoIntegrando o time de facilitadores do TIP Brasil 2026, o professor Adilson Paula de Almeida Aguiar (Consupec) ministra a aula “Impactos da correção do solo, adubação e nível de suplementação na eficiência produtiva da TIP”, na manhã do dia 23 (08h00 às 08h50). “A aula destaca a importância da base produtiva do sistema: pastagens bem manejadas, solo corrigido e fertilidade adequada são determinantes para que a suplementação concentrada gere retorno técnico e econômico”, destaca Aguiar. O encontro também contará com momentos de debate e integração entre participantes e palestrantes, além de atividades voltadas a networking — como o “Buteco”, programado para a noite do dia 22. O que é a TIP?A TIP é um sistema de produção de pecuária intensiva e tropicalizada baseado no fornecimento de ração concentrada (em proporção ao peso corporal), com os animais mantidos em regime de pastagens. O modelo tem avançado no Brasil por combinar ganho de produtividade por hectare e flexibilidade de manejo: em períodos de seca, a suplementação sustenta desempenho; em épocas de pastagem abundante, o pasto retoma protagonismo, reduzindo custos e ajudando a adaptar o sistema às variações do clima. TIP Brasil 2026: da estratégia ao lucro por hectare Modalidade: presencialData: 22 a 24 de abril de 2026Local: Goiânia (GO)Público-alvo: pecuaristas, técnicos, extensionistas, gestores de projetos, consultores e interessados em adotar ou aprimorar a intensificação sustentável a pasto.Informações e inscrições: clique aqui.

Grupo Sekita Agronegócios avança em integração agropecuária com apoio técnico do professor Adilson Aguiar

Entre os dias 11 e 13 de fevereiro de 2026, o professor Adilson Aguiar esteve em Minas Gerais realizando atividades técnicas em propriedades nos municípios de Cedro do Abaeté, Luz, Lagoa Grande e São Gotardo. No dia 13, o trabalho foi desenvolvido no projeto do Grupo Sekita Agronegócios, localizado em São Gotardo e Rio Paranaíba, na região do Alto Paranaíba (MG). A Sekita atua na agricultura com produção de alho, beterraba, cenoura e repolho, e na pecuária leiteira com volume diário de 90 mil litros de leite, alcançando produtividade média de 45 litros/vaca/dia. Para rotação e sucessão das culturas principais, cultiva soja (primeira safra), milho (segunda safra) e, no inverno, aveia, trigo e triticale. O grupo também está implantando 400 hectares de abacate. “O grupo construiu um modelo altamente integrado. Além da produção agrícola diversificada, a pecuária leiteira atingiu elevado nível de eficiência, com forte base técnica e gestão profissional”, afirma o professor Adilson. O professor iniciou sua atuação na Sekita em março de 2008, realizando inventário e diagnóstico que embasaram o investimento na atividade leiteira, cuja primeira ordenha ocorreu em junho de 2008. Entre 2008 e 2014, o acompanhamento foi quase mensal. Em 2024, o projeto alcançou a 4ª posição no ranking Top 100 do Milkpoint, com 78.048 litros/dia. Os dejetos da pecuária são separados em sólido e líquido. A fração sólida é transformada em composto orgânico com biocatalisadores e aplicada nas lavouras. A parte líquida segue para biodigestores, gerando energia para câmaras frias e sendo posteriormente utilizada como biofertilizante via fertirrigação por pivôs centrais. Desde 2008, o professor orienta forrageiras, implantação de pastagens, fenação, pré-secagem, infraestrutura, manejo, controle de pragas, correção e adubação do solo. “A integração entre agricultura, leite e agora corte demonstra como é possível intensificar com sustentabilidade, agregando valor e eficiência ao uso dos recursos”, destaca. Desde julho de 2025, o professor também orienta novo projeto de recria e engorda de animais Angus/Zebu (mercado) e Angus/Holandês (produção própria). A recria ocorre a pasto na Fazenda Campo Verde (Lagoa Grande) e a terminação em confinamento em São Gotardo, com comercialização como carne gourmet em rede local. Na última visita à Fazenda Lagoa Grande, em 200 ha de B. brizantha cv. Piatã, havia 615 fêmeas neloradas e cruzadas, com lotação de 3,08 cabeças/ha e 1,8 UA/ha, suplementadas com minerais. Para 2026/2027, a área de pastagens será ampliada para 866 ha, predominando capim Piatã, além de Mombaça e Tifton 85.

Fazenda Canoas, em Luz (MG), recebe visita técnica do professor Adilson Aguiar e avança em projeto de intensificação produtiva

Entre os dias 11 e 13 de fevereiro de 2026, o professor Adilson de Paula Almeida Aguiar esteve no Estado de Minas Gerais realizando visitas técnicas a fazendas localizadas nos municípios de Cedro do Abaeté, Luz, Lagoa Grande e São Gotardo, dando continuidade ao acompanhamento de projetos de intensificação da pecuária de corte na região. No dia 12 de fevereiro de 2026, o professor Adilson Aguiar esteve na Fazenda Canoas, no município de Luz (MG), propriedade da família do senhor Geraldo Pinto Fiuza (in memoriam) e de sua esposa, Dona Amélia Lino Araujo. Ao lado dos filhos, a médica veterinária Tânia Fiuza e o engenheiro agrônomo Márcio Fiuza, a família atua desde a década de 1970 na seleção de Gir Leiteiro e na produção de animais ½ sangue Girolando, comercializados para todo o país. Desde 2017, a fazenda integra o programa de exportação de animais Girolando da Associação de Criadores da raça. Atualmente, a Fazenda Canoas possui 923 fêmeas Gir em reprodução, utilizando todas as tecnologias reprodutivas disponíveis para expansão do rebanho com animais de alto mérito genético. O rebanho total soma 1.442 cabeças, distribuídas em 510 hectares úteis, sendo 475 hectares de pastagens e 35 hectares de capineira destinados à produção de silagem de capim-elefante. A taxa de lotação média registrada é de 3,04 cabeças/ha e 2,35 UA/ha. A propriedade ainda conta com 110 hectares arrendados, onde é realizada sucessão de soja e milho ou soja e sorgo. Anualmente, entre 30 e 45 hectares das áreas de pastagem são renovados com plantio consorciado de pastagem e sorgo; a forragem é ensilada e, posteriormente, a área retorna ao sistema como pastagem perenizada. O professor Adilson acompanha o projeto desde o início de 2014, com duas visitas técnicas por ano, orientando a escolha de espécies forrageiras, o estabelecimento de pastagens, a adoção de sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), o manejo do pastoreio, o controle de plantas daninhas e insetos-praga, a correção e adubação do solo e a suplementação do rebanho. “A Fazenda Canoas é um exemplo de pecuária leiteira baseada em genética consistente e uso intensivo de tecnologia reprodutiva. Nosso trabalho envolve desde o planejamento forrageiro até o manejo de solo, pastagens e suplementação, sempre com foco em eficiência produtiva e sustentabilidade do sistema”, destaca o professor Adilson Aguiar. A partir de setembro de 2025, teve início um novo projeto estratégico orientado pelo professor, com foco na intensificação do sistema produtivo. A proposta prevê a redução da área destinada à pecuária de 510 para 270 hectares, o aumento da área arrendada para cultivo de grãos de 110 para 150 hectares e o arrendamento de 200 hectares para cultivo de cana-de-açúcar, mantendo-se o rebanho atual. “Com essa reestruturação, a taxa de lotação deverá passar de 3,04 para 6,27 cabeças por hectare e de 2,35 para 4,83 UA/ha. Trata-se de um movimento claro de intensificação produtiva, mantendo o número de animais e aumentando significativamente a eficiência do uso da terra”, explica o professor. Outro aspecto que chama atenção na Fazenda Canoas é o perfil da família proprietária. Todos residem na fazenda, realidade ainda pouco comum no Brasil, mas predominante em países desenvolvidos como Estados Unidos, Canadá, nações da Europa, Nova Zelândia e Austrália, o que fortalece a gestão direta, o acompanhamento diário das atividades e o compromisso com os resultados do sistema produtivo.

Fazenda Centenária recebe visita técnica do professor Adilson Aguiar para planejamento da safra 2026/2027

Entre os dias 11 e 13 de fevereiro de 2026, o professor Adilson de Paula Almeida Aguiar esteve no Estado de Minas Gerais realizando visitas técnicas a fazendas localizadas nos municípios de Cedro do Abaeté, Luz, Lagoa Grande e São Gotardo, dando continuidade ao acompanhamento de projetos de intensificação da pecuária de corte na região. No dia 11 de fevereiro, o trabalho foi desenvolvido na Fazenda Centenária, situada em Cedro do Abaeté (MG), propriedade da família de Luís Augusto Dumont, gestor do projeto. A Fazenda Centenária é uma propriedade de bovinos de corte que trabalha com ciclo completo, cria, recria e engorda, de animais da raça Nelore, adotando tecnologias voltadas à intensificação e aumento da eficiência produtiva. Entre as principais práticas implementadas na propriedade destacam-se: O professor Adilson Aguiar acompanha esse projeto desde junho de 2007, realizando duas visitas técnicas anuais. Ao longo desse período, tem orientado decisões estratégicas relacionadas à escolha de plantas forrageiras, estabelecimento das pastagens, dimensionamento e construção da infraestrutura das áreas de pastejo, manejo do pastoreio, controle de plantas daninhas e insetos-praga, manejo da fertilidade do solo (correção e adubação) e suplementação do rebanho. “Além do acompanhamento técnico das atividades em andamento, o trabalho teve como objetivo central o planejamento da safra 2026/2027, reforçando o compromisso com a eficiência produtiva, a sustentabilidade do sistema e a consolidação de um modelo de pecuária tecnificada e orientada por resultados”, destaca o professor Adilson.

Professor Adilson Aguiar acompanha projeto de produção de leite da Família Soave no Triângulo Mineiro

No dia 09 de fevereiro de 2026, o professor Adilson de Paula Almeida Aguiar realizou atividades técnicas no projeto de produção de leite da Família Soave, desenvolvido nas Fazendas Três Meninas, no município de Monte Alegre de Minas, e Santa Vitória, em Uberlândia, ambas localizadas no Triângulo Mineiro (MG). O professor Adilson acompanha o projeto desde 2012, sendo responsável pela orientação técnica geral desde a sua concepção, inclusive no período anterior à aquisição das propriedades. Sua atuação envolveu a definição do modelo produtivo, a escolha da base genética do rebanho, o planejamento das instalações e a estruturação do sistema forrageiro. De acordo com Aguiar, a raça inicialmente selecionada para o projeto foi a Jersey, com o objetivo de produzir leite com altos teores de sólidos por vaca e por hectare, estratégia voltada à maximização do valor agregado do produto. Atualmente, também estão sendo selecionadas fêmeas Jersolando, mantendo a mesma diretriz técnica de elevar a produção de sólidos totais por área. O sistema de produção adotado é baseado em pastagens intensivas, combinando áreas não irrigadas, destinadas às fases de recria e vacas secas, com áreas irrigadas por pivô central, utilizadas para vacas em lactação, vacas secas e novilhas. O rebanho é suplementado com silagens de forragens colhidas nas próprias pastagens, além de suplementos concentrados, compondo um sistema integrado de elevada eficiência técnica. Nos últimos três anos, os principais indicadores médios do projeto foram: “No último controle leiteiro realizado, 519 vacas em lactação, com peso médio de 380 kg, produziram 7.181 litros de leite, com média individual de 13,8 litros/vaca/dia. As vacas foram alimentadas com forragem de capim Tifton 85 sob pastejo e receberam 7,4 kg de concentrado por vaca por dia”, explica o professor Adilson Aguiar. A produtividade da terra explorada com vacas em lactação, em sistema de pastagem irrigada, alcançou 31.790 litros de leite por hectare ao ano. “Considerando todas as categorias do rebanho e todos os sistemas de produção adotados nas propriedades, a produtividade média global foi de 7.000 litros de leite por hectare ao ano”. “A primeira ordenha do projeto ocorreu em 17 de novembro de 2015, quando a produção diária foi de 676 litros de leite. Em nove anos, esse indicador apresentou crescimento de 10,3 vezes, equivalente a um incremento de 930%”, destaca o professor. Além da atividade leiteira, a Família Soave também investe na produção de carne suína em sistema de integração, com 7.700 suínos alojados. A suinocultura está tecnicamente integrada ao sistema leiteiro, com utilização de dejeto líquido de suínos como insumo no sistema produtivo, reforçando a estratégia de eficiência no uso de recursos e sustentabilidade operacional. O professor Adilson Aguiar e seus parceiros foram responsáveis pela orientação técnica na aquisição das propriedades, na implantação das instalações, benfeitorias e edificações, na definição do sistema de produção, na escolha das raças e das espécies forrageiras, consolidando um modelo produtivo fundamentado em indicadores técnicos e econômicos consistentes.

Professor Adilson Aguiar acompanha avanços técnicos do projeto Fazenda Leite Verde em Jaborandi (BA)

Entre os dias 04 e 06 de fevereiro de 2026, o professor Adilson de Paula Almeida Aguiar esteve no município de Jaborandi, no Sudoeste da Bahia, realizando atividades técnicas no âmbito do projeto da Fazenda Leite Verde, empreendimento que assessora continuamente desde 2002. O projeto pertence a um grupo de produtores e investidores da Nova Zelândia, em parceria com sócios brasileiros, e é referência nacional em produção de leite a pasto com elevada eficiência técnica e econômica. A Fazenda Leite Verde foi adquirida no final de 2002 e iniciou suas atividades produtivas em 2003, com um rebanho inicial de 75 novilhas prenhes e 9 vacas, distribuídas em 27 hectares de pastagens. Ao longo de pouco mais de duas décadas, o projeto apresentou crescimento expressivo. Em 2025, o rebanho médio totalizou 4.555 animais, representando um aumento de 54 vezes em relação a 2003, enquanto a área de pastagens alcançou 635 hectares, crescimento de 23,5 vezes no mesmo período. “A primeira ordenha ocorreu em 2004, com 132 vacas em lactação, resultando em uma produção diária de 964 litros de leite, com produtividade média de 7,3 litros/vaca/dia. A primeira comercialização de leite ocorreu em janeiro de 2004, com aproximadamente 800 litros/dia. Já em 2025, o número médio de vacas ordenhadas chegou a 2.115 animais, o que representa um aumento de 16 vezes em comparação a 2004. O volume médio diário produzido atingiu 30.400 litros, crescimento de 31,5 vezes, com produtividade média de 14,3 litros/vaca/dia, o dobro da observada no início da atividade”, destaca Adilson Aguiar. Em termos de eficiência do uso da terra, os indicadores de 2025 demonstram elevado desempenho. A produtividade da área explorada exclusivamente com vacas em lactação foi de 33.640 litros de leite por hectare ao ano nos pivôs de ordenha. Considerando todas as categorias do rebanho — vacas em lactação, vacas secas, novilhas e bezerras — a produtividade média da terra foi de 17.481 litros/ha/ano. A taxa de lotação média anual foi de 8,2 cabeças por hectare, equivalente a 6,4 unidades animais (UA) por hectare. Todas as pastagens irrigadas dos pivôs são formadas com capim Tifton 85. Além da atividade leiteira, a Fazenda Leite Verde também se destaca na produção de grãos. Na safra 2024/2025, a produtividade média da soja foi de 67 sacas/ha em 110 hectares de sequeiro e de 94 sacas/ha em 110 hectares irrigados. A silagem de milho de planta inteira apresentou produtividade média de 57 toneladas por hectare, com 33% de matéria seca. Para a safra 2025/2026, houve expansão significativa da área de sequeiro, que passou para 500 hectares, enquanto a área irrigada foi reduzida para 50 hectares. O Grupo Leite Verde, além da fazenda, é detentor das empresas Leitissimo e Delicari. A indústria Leitissimo está instalada na própria Fazenda Leite Verde desde 2010 e produz uma ampla linha de derivados lácteos, incluindo: Leitissimo Integral, Semi-desnatado Integral, Zero Lactose Integral, Zero Lactose Semidesnatado, Creme de Leite, Iogurtes (natural integral, natural integral zero lactose, natural semidesnatado zero lactose e natural semidesnatado) e Doce de Leite Leitissimo. A indústria Delicari, iniciada em 2012, encontra-se atualmente instalada em Jundiaí (SP) e produz iogurtes, picolés e sorvetes elaborados com o Leitissimo Integral. Em 2025, a produção conjunta das indústrias ocorreu com um recebimento médio diário de 45.000 litros de leite, totalizando aproximadamente 16,5 milhões de litros ao ano. Na condição de consultor técnico do projeto Fazenda Leite Verde, o professor Adilson Aguiar orienta os programas de manejo das pastagens, a suplementação do rebanho, a gestão de indicadores técnicos e econômicos e realiza treinamentos das equipes da fazenda nessas áreas estratégicas. Além disso, como acionista e diretor, participa ativamente da elaboração dos orçamentos técnicos e financeiros, bem como dos planejamentos de curto, médio e longo prazo, contribuindo diretamente para a consolidação e expansão sustentável do projeto.

Adilson Aguiar realiza consultorias em Goiás e Tocantins para a Vera Cruz Agropecuária

O professor Adilson Aguiar cumpriu agenda técnica de trabalho entre 26 e 31 de janeiro de 2026 nos estados de Goiás e Tocantins, em trabalho de consultoria para a Vera Cruz Agropecuária Ltda, empresa do Grupo Otávio Lage com atuação integrada em pecuária de corte (cria, recria, engorda e melhoramento genético da raça Nelore) e produção agrícola (grãos, sementes, tomate, entre outras atividades). O Grupo também reúne empresas nos segmentos de álcool e açúcar, látex, comunicação e mercado imobiliário. Goiás: visitas a três fazendas e foco no acompanhamento de execução Em Goiás, as atividades foram realizadas nas fazendas Codora, no município de Santa Isabel; Vera Cruz, em Goianésia; e Joia, com áreas distribuídas entre os municípios de Bonópolis, Mutunópolis e Porangatu. Nas fazendas Codora e Vera Cruz, esta foi, respectivamente, a terceira e a quarta intervenção técnica do professor Adilson, já inseridas na etapa de “acompanhamento de execução de projeto”, dentro do programa de consultoria aplicado aos sistemas produtivos da empresa. Na Fazenda Joia, o professor realizou o nono trabalho, também em fase de acompanhamento de execução. A propriedade possui 14.788 hectares de área total, com 11.465 ha destinados a pastagens e 555 ha em integração lavoura-pecuária (ILP), operando com sucessão soja na safra e pastagens na entressafra. A fazenda atua com melhoramento genético da raça Nelore por meio do programa da CIA de Melhoramento, com 1.700 fêmeas em reprodução, além de recria de animais que são terminados em confinamento estático para 20.000 cabeças, localizado em Goianésia (GO). Durante a visita de 30/01/2026, estavam confinados 1.930 animais, referentes ao encerramento do lote final da safra 2025/2026. Na média anual, o estoque em pastagens é de 14.000 cabeças, variando entre 17.000 no período das chuvas e 13.000 na seca. A propriedade passa por um processo de conversão para intensificação em recria/engorda, com meta de alcançar 20.000 cabeças. Tocantins: Fazenda Bandeirantes e genética com múltiplos programas No Tocantins, o trabalho ocorreu na Fazenda Bandeirantes, localizada nos municípios de Araguaçu e Sandolândia. Assim como na Fazenda Joia, esta foi a nona visita técnica na fase de acompanhamento de execução de projeto. “A Fazenda Bandeirantes possui 8.708 hectares de área total, com 4.500 ha em pastagens e 1.017 ha destinados ao cultivo de seringueira. Na pecuária, desenvolve melhoramento genético de Nelore por meio dos programas PMGZ (ABCZ), ANCP e CIA de Melhoramento. O estoque médio anual do rebanho é de 8.200 cabeças e, na safra 2025/2026, há 3.500 fêmeas em idade reprodutiva, com meta de alcançar 4.800 fêmeas em reprodução”, afirma Aguiar. Resultados da safra 2025/2026 e escopo do trabalho técnico No ano-safra 2025/2026, foram terminados 40.000 animais, sendo 37.500 em confinamento e o restante a pasto. No mesmo ciclo, a empresa também comercializou 750 animais entre touros, fêmeas e embriões, reforçando a estratégia voltada à produtividade e ao melhoramento genético. Contratado pela Vera Cruz em 2022, o professor Adilson atua com orientação técnica em frentes-chave do sistema de produção, como: O programa de consultoria prevê quatro visitas anuais, uma por estação (primavera, verão, outono e inverno). Em cada visita, além do acompanhamento técnico, o professor também realiza treinamentos teóricos e práticos com as equipes das fazendas, contribuindo para a padronização de processos e para a evolução contínua dos sistemas produtivos. Goiás Tocantins